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Câncer Colorretal: por que é um dos mais comuns no mundo

O câncer colorretal, que engloba os tumores do intestino grosso (cólon) e do reto, é hoje um dos maiores desafios da oncologia moderna. Não por ser raro ou desconhecido, mas justamente pelo contrário: é extremamente frequente, silencioso e, muitas vezes, diagnosticado tardiamente.

No mundo, o câncer colorretal figura consistentemente entre os três tipos de câncer mais diagnosticados e ocupa a segunda posição entre as principais causas de morte por câncer. No Brasil, a realidade não é diferente: trata-se de um dos tumores mais incidentes tanto em homens quanto em mulheres, especialmente quando se excluem os cânceres de pele não melanoma.

Apesar desses números expressivos, grande parte da população ainda associa o câncer de intestino a um problema distante ou improvável. Essa percepção equivocada contribui para atrasos no diagnóstico e, consequentemente, para tratamentos mais complexos e prognósticos menos favoráveis.

Ao longo de mais de duas décadas atuando na cirurgia digestiva oncológica, uma lição se repete: no câncer colorretal, tempo e estratégia são determinantes. Quando diagnosticado precocemente e tratado por equipes experientes, as chances de controle da doença e até de cura são significativamente maiores.

O que é o câncer colorretal

O câncer colorretal se origina no revestimento interno do intestino grosso (cólon) ou do reto. Na maioria dos casos, ele começa a partir de lesões benignas chamadas pólipos, que ao longo dos anos podem sofrer transformação maligna.

Esse processo é geralmente lento, o que torna o câncer colorretal um dos poucos tipos de câncer em que o rastreamento adequado pode evitar que a doença sequer se desenvolva.

Cólon e reto: qual a diferença

Câncer de cólon afeta as porções iniciais e médias do intestino grosso.
Câncer de reto acomete a porção final do intestino, próxima ao ânus, e possui particularidades técnicas no tratamento cirúrgico.

Embora sejam frequentemente agrupados sob o mesmo nome, cada localização exige planejamento específico, especialmente no tratamento cirúrgico.

Por que o câncer colorretal é tão frequente no mundo

Diversos fatores explicam a alta incidência do câncer colorretal globalmente:

  • Envelhecimento da população
  • Dieta pobre em fibras e rica em alimentos ultraprocessados
  • Sedentarismo
  • Obesidade
  • Tabagismo e consumo excessivo de álcool

Além disso, há um aumento preocupante de casos em adultos jovens, incluindo Millennials e Geração Z, fenômeno observado em diversos países e ainda em estudo.

Esse cenário reforça a importância de abandonar a ideia de que o câncer de intestino é uma doença exclusiva da terceira idade.

Dados epidemiológicos: mundo e Brasil

No mundo

É o terceiro câncer mais diagnosticado globalmente.

Representa cerca de 10% de todos os novos casos de câncer.

É a segunda principal causa de morte por câncer, atrás apenas do câncer de pulmão.

No Brasil

Está entre os três cânceres mais incidentes quando considerados homens e mulheres.

Em muitas análises, ocupa a segunda posição quando excluídos os cânceres de pele não melanoma.

Apresenta incidência crescente, especialmente em áreas urbanas.

Esses números não são apenas estatísticas. Eles representam pessoas, famílias e histórias que poderiam ter desfechos muito diferentes com diagnóstico e tratamento adequados.

Por que o câncer colorretal costuma ser diagnosticado tarde

O principal problema do câncer colorretal é que, em suas fases iniciais, ele pode não causar nenhum sintoma evidente.

Quando os sintomas surgem, muitas vezes são inespecíficos ou atribuídos a condições comuns, como hemorroidas ou distúrbios intestinais funcionais.

Sintomas que merecem atenção

  • Alteração do hábito intestinal, como diarreia ou constipação persistente
  • Presença de sangue nas fezes
  • Dor abdominal recorrente
  • Sensação de evacuação incompleta
  • Anemia sem causa aparente
  • Perda de peso involuntária
  • Cansaço excessivo

Ignorar esses sinais ou postergar a investigação é um erro que custa caro.

A importância do rastreamento do câncer colorretal

O rastreamento é uma das maiores armas contra o câncer colorretal.

Quem deve realizar rastreamento

  • Pessoas a partir dos 45 ou 50 anos, mesmo sem sintomas
  • Indivíduos com histórico familiar de câncer colorretal
  • Pacientes com doenças inflamatórias intestinais
  • Pessoas com histórico de pólipos intestinais

Principais exames

  • Colonoscopia, que é o padrão ouro para diagnóstico e prevenção
  • Pesquisa de sangue oculto nas fezes, como método inicial de triagem
  • Exames de imagem em situações específicas

A colonoscopia não apenas detecta o câncer precocemente, como permite a remoção de pólipos antes que eles se tornem malignos.

Diagnóstico confirmado: e agora

Receber o diagnóstico de câncer colorretal é um momento de grande impacto emocional. No entanto, é fundamental compreender que nem todos os casos são iguais.

O tratamento depende de diversos fatores:

  • Estágio da doença
  • Localização do tumor
  • Condições clínicas do paciente
  • Experiência da equipe médica

Nesse cenário, decisões bem fundamentadas fazem toda a diferença.

O papel da cirurgia no câncer colorretal

A cirurgia é o principal tratamento curativo para o câncer colorretal.

Quando realizada em estágios iniciais, pode ser menos extensa, apresenta menor risco de complicações e possui altas taxas de cura.

Em casos mais avançados, a cirurgia exige planejamento detalhado, conhecimento anatômico profundo, capacidade de lidar com ressecções ampliadas e atuação integrada com oncologia clínica e radioterapia.

Cirurgia colorretal não é tudo igual

Tumores do reto demandam técnicas específicas para preservar função intestinal e qualidade de vida. Já tumores avançados do cólon podem exigir ressecções mais complexas, inclusive de órgãos adjacentes.

Alta complexidade também existe no câncer comum

O fato de o câncer colorretal ser frequente não o torna simples.

Casos avançados, recidivas, tumores localmente invasivos e situações que exigem reconstruções complexas fazem parte da rotina de centros especializados.

Nessas circunstâncias, experiência não é um detalhe. É um fator decisivo.

Cirurgias realizadas por equipes com alto volume e especialização apresentam menor taxa de complicações, menor mortalidade e melhores resultados oncológicos a longo prazo.

Tratamento multidisciplinar: quando a estratégia importa

Em muitos casos, o tratamento do câncer colorretal não começa na cirurgia.

Quimioterapia e radioterapia podem ser indicadas antes ou depois do procedimento cirúrgico, dependendo do estágio e da localização do tumor.

Essa estratégia integrada permite redução do tumor antes da cirurgia, maior chance de ressecção completa e melhor controle da doença.

A definição dessa sequência exige conhecimento técnico e experiência clínica.

A importância da segunda opinião no câncer colorretal

Em oncologia, buscar uma segunda opinião não significa insegurança. Significa responsabilidade.

Avaliar exames com cuidado, discutir alternativas terapêuticas e compreender todas as possibilidades pode mudar completamente o plano de tratamento.

Muitos pacientes inicialmente classificados como casos simples ou, ao contrário, como casos sem opção, se beneficiam de uma avaliação especializada e criteriosa.

Prognóstico: o que realmente influencia o desfecho

Diversos fatores impactam o prognóstico no câncer colorretal:

  • Estágio no momento do diagnóstico
  • Qualidade da cirurgia realizada
  • Margens cirúrgicas adequadas
  • Tratamento complementar bem indicado
  • Acompanhamento correto no pós-operatório

Entre todos eles, o diagnóstico precoce continua sendo o fator mais determinante.

O câncer colorretal exige ser levado a sério

O câncer colorretal é frequente demais para ser tratado de forma superficial.

Trata-se de uma doença que pode ser prevenida, diagnosticada precocemente e tratada com altas taxas de sucesso quando abordada corretamente.

Ignorar sintomas, adiar exames ou subestimar a complexidade do tratamento são erros que custam oportunidades preciosas.

Quando existe possibilidade de cura, ela nasce da combinação entre tempo, estratégia e experiência.

Se você recebeu um diagnóstico de câncer colorretal, foi orientado para cirurgia ou deseja uma avaliação especializada, agende uma consulta para uma análise criteriosa do seu caso.

Uma decisão bem tomada hoje pode mudar completamente o desfecho amanhã.

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